Thursday, September 06, 2007

Arquitetura - E o corpo?




A um tempo venho questionando o que fazer para o TFG, acho que estou um pouco longe de saber isso, mais tem algumas coisas que estão me seduzindo, que tem me acompanhado a muito tempo que é a relação do corpo com o edifício ou a cidade. O corpo sempre foi, e será (acredito eu....) o parâmetro, a escala para a concepção de um projeto arquitetônico, como Saulo cabeça (cabeça além do aspecto real, figurado é também uma máquina de informações inquieta) pode ser imenso o edifício, um castelo, templo, mosteiro ou qualquer bagulho grande, se tem um escada, é para o homem que foi pensado.
E a relação de quem experimenta o edifício com o mesmo?
E como usar o corpo como elemento fundamental para o desenvolvimento arquitetônico? O discurso corpo/edifício/cidade sempre se dá enquanto há uma experiência direta, um confronto, gerando milhares de relações/apropriações, mais como investigar o corpo afim de gerar questões para o ato de projetar?
A sedução que o corpo proporciona esta em todos os lugares, é um elemento de fruição fortemente utilizado na publicidade, ai vem a historia do fetiche que foi a questão forte no nosso trabalho de atelier 5 que esta em andamento (recortesalvador3.blogspot.com), a uma percepção que na lógica pós-moderna o corpo é o elemento usado para vender o edifício, mais não é investigado para o projeto do mesmo.
Agora tentarei trazer elementos para discutir essa parada, peça fundamental para entender a lógica do “projeto arquitetônico e o corpo” que me dará boas pistas também para o trabalho final e claro...ajudar no exercício da profissão
(será que vou ser arquiteto um dia?)

Até a próxima

Sunday, September 02, 2007

Recortes feito por .Rafael (com ponto no R)












saída de emergência






















quebrar em caso de incêndio















exit









Um outro conto maldito....



...onde estará a saída? Essa trilha será que levará a algum lugar que me ajude a sair desse desconhecido a qual repito em círculos experimentando o mesmo desconhecido lugar, e não me familiarizo. A jornada geográfica em busca da saída é absolutamente desconectada de sentido, é aleatória, a paisagem que se deseja visualizar é uma paisagem que nunca foi vista, e como terá então a certeza quando chegar lá? Quais sinais haverá próxima ao final? Talvez a resposta seja algo absolutamente simples, esse lugar que tanto procura, é uma espécie de lugar sagrado, onde toda sua experiência converge nesse sentido, como uma cratera cheia de setas apontando para parte mais profunda, setas cheias de informações de que você foi acumulando nesse percurso. Isso confunde com a sua vida, mais isso não é sua vida, é um obstáculo a ser transposto. Será conseguirei transpor esses obstáculos, isso de saber o lugar final, a saída...de reconhecer, é algo que sempre soube, não sei com, mais sei. Não é como sonho que é uma poeira de lembrança, não é. É como um diário que escrevi, e não lembro quando, mais escrevi e ficou registrado na minha cabeça. O percurso sempre é angustiante quando não se sabe onde vai dá, mais pode ser um exercício supremo, algo viral, que vai contaminando, as vezes com as mesmas informações mais em intensidades diferentes. Saberá então que o final esta talvez diante dos seus olhos, mais a intensidade experimentada do lugar não foi suficiente para abandonar tudo isso? O caminho em circulo que tu faz, não é um circulo, é uma linha...então as sensações repetitivas são pré-visualizações inconscientes de um acumulo de imagens, elas você carrega, seu fardo. A saída será um fim, uma morte, é uma morte, onde você novamente dormirá e ao acordar seguirá em frente, afim de percorrer novamente uma estrada sem saída.

Thursday, August 02, 2007

CURITIBA FLORIPA

DE QUEM É ESSA CIDADE? OU CURITIBA FUNK CITY FLORIPA
Dias 22 a 31 de julho 2007















FLORIPA – TEM MAR
CURITIBA – TEM CONCRETO
FLORIPA – TEM PONTE
CURITIBA – TEM ARAME
FLORIPA – TEM SERRAS
CURITIBA – TEM BARES
FLORIPA – TEM ESTAÇÕES
CURITIBA – TEM TERMINAIS
FLORIPA – TEM SILÊNCIO
CURITIBA – NÃO TEM FUNK
FLORIPA – É UM FALSO RIZOMA
CURITIBA – É UMA FALSA METRÓPOLE
FLORIPA – PRA RESPIRAR
CURITIBA – PARA ESPIAR
FLORIPA – FLORES AZUIS
CURITIBA – ESTRUTURAS DE MADEIRA
FLORIPA – MULHERES LINDAS
CURITIBA – MULHERES LINDAS FUMANTES
FLORIPA – REVELA-SE
CURITIBA – DESAFIA-TE
FLORIPA – TEUS PASSOS
CURITIBA – TEUS GIROS
FLORIPA – DEGUSTE-A
CURITIBA – DEVORE-A
FLORIPA – VÁ DE BICICLETA
CURITIBA – VÁ DE ALL STAR
FLORIPA – CERVEJAS CONCEITUAIS
CURITIBA – PAPOS CONCEITUAIS
FLORIPA – OLHAR PERDIDO
CURITIBA – O OLHO QUE TUDO VÊ
FLORIPA – ONDAS E SEIOS
CURITIBA – FRESTAS E OSSOS
FLORIPA – FUI PRIMEIRO
CURITIBA – FUI TALVEZ
FLORIPA – SOU ISSO
CURITIBA – SEREI ISSO
FLORIPA – FRIO A SENTIR
CURITIBA – FRIO A COMBATER
FLORIPA – SEUS CÓDIGOS DECIFRADOS
CURITIBA – SEUS SIGNOS A MANIFESTAR
FLORIPA – DESEJO AO CONFORTO
CURITIBA – DESEJO AO CONFRONTO
FLORIPA – TRAVESSEIRO
CURITIBA - FUTURO