Monday, May 26, 2008

AfroReggae


..."Foi nesse contexto que surgiu o projeto Conexões Urbanas. O Grupo Cultural Afro Reggae pensou em um projeto que pudesse levar entretenimento, lazer, cultura e exemplos artístico-sociais que possam ser utilizados como modelos nos locais onde acontecerão os eventos. Acabou sendo mais que isso: contribuiu para começar a romper as fronteiras invisíveis que mantém a favela apartada do conforto e possibilidades de cultura e lazer que a cidade proporciona."

Tuesday, May 20, 2008

ARCHIGRAM

www.archigram.net




Archigram foi um grupo de arquitetos ingleses formado em 1961 - embora o grupo só tenha adotado o nome de fato em 1963 - com base na Architectural Association School of Architecture, em Londres, cujas propostas buscavam um diálogo mais próximo com o contexto cultural da época. Se inspirou na tecnologia como forma de expressão para criar projetos hipotéticos, na tentativa de resgatar as premissas fundamentais da arquitetura moderna (Cf. magazine Archigram no.1, 1961). Seus principais membros foram Peter Cook, Warren Chalk, Ron Herron, Dennis Crompton, Michael Webb e David Greene. A intenção do grupo inglês era a publicação de uma revista de arquitetura ilustrada que divulgasse a produção do grupo mas, mais do que isso, fosse um instrumento de comunicação direta e de crítica às formas tradicionais de produção, de representação e de ensino de arquitetura. A publicação recebeu o nome de Archigram, nome composto através da união das palavras architecture e telegram. Já neste momento é possível identificar o primeiro rompimento proposto: a produção da arquitetura é entendida pelo grupo através da sua inserção na comunicação midiática, cuja linguagem adotada reforçava a cultura de massa; seja pela própria adoção da revista como meio de expressão arquitetônica, seja pelo uso de uma linguagem pouco ou nada particular e fechada ao universo da disciplina, compreendendo os elementos linguísticos pop, retirados das histórias em quadrinho, das propagandas, da televisão, de fotografias; compondo híbridas montagens. Publicaram suas idéias no panfleto Archigram a partir de 1961. Obtiveram grande notoriedade com a exposição Living City, no Institute of Contemporary Arts, em 1963. Defendiam uma abordagem high tech, com infra-estrutura leve, explorando o universo das estruturas infláveis, computadorizadas, ambientes descartáveis, cápsulas espaciais e imagens de consumo de massa. Seu trabalho apresentava uma visão sedutora de um futuro da era da máquina, de uma sociedade orientada para o consumo, altamente informatizada, e nômade. (wikipedia)

Friday, May 02, 2008

Proposta 01







Thursday, April 24, 2008

1ª Parte: A relação do poder com a cultura.


A cultura é um elemento da política... desde que existe política também existe elaboração cultural e uma ação comum em torno dela. E tudo indica que a consciência política sugiu na Grécia pela primeira vez.
“o homem é um animal político”, afirmou Aristóteles.
Como exemplo, o teatro grego, que era representado ao ar livre, era visto como elemento da vida pública, isto é, da mesma forma que os cidadãos participavam da democracia ateniense, também assistiam tragédias e comedias. Por isso que na época de Péricles, quando as funções públicas passaram a ser remuneradas, o publico passou a receber do Estado uma quantia em dinheiro (o teoricon) para assiste a peças teatrais e assim prestigiar, com sua presença, os festivais, cujas peças podiam inclusive ridicularizar os governantes, sem censura. A platéia ganhava para assistir...(porém, devo lembrar aos mais afoitos que deste banquete não participavam, porque não gozavam DE DIREITOS POLITICOS, os escravos, os estrangeiros e as mulheres...)
Já no império romano a cultura era vista como justificação de algo , principalmente do PODER, durante o governo de Otávio Augusto (27 a. C - 14 d. C) foi até mesmo instituída uma política para esse fim. MECENAS, ministro de Otávio, encarregado das questões culturais, tinha como função patrocinar obras que engrandecessem a figura do imperado e dessa forma justificassem o poder Romano.
Daí duas coisas importantes:
1 – a origem do chamado mecenator, que ocorre toda vez, mesmo em períodos históricos diferentes, que artistas ou pensadores são mantido por algum poder econômico ou político.
2 – no caráter em que isto acaba implicando, numa visão utilitária da cultura, isto é, a cultura utlizada para servir a um domínio político.
>>>>>>>>>>Segue para o século XV, a Europa vive o impacto da revolução comercial. (MARES NUNCA ANTES NAVEGADOS)...uma explosão nas artes e no pensamento se fez sentir. Ai vem o movimento cultural Renascimento (resgate da cultura greco-romana) que esbarra na inquisição da Igreja católica.
DECAMERON –italiano Bocaccio – narra entrre ouvas coisas, deliciosas aventuras passadas em conventos...
Documento que Galileu Galilei assina que foi “seu engano”, a Terra não gira, o Universo é Infinito.
Estes muitos outro s momentos históricos, significativos em formação cultural e policita, permitem conclusões parciais:
1 – a política sempre se ocupou da cultura;
2 – na maioria das vezes a cultura tem sido incentivada de acordo com os interesses políticos e econômicos dominantes;
3 - quando a cultura ultrapassou os limites permitidos, foi reprimida;
4 – mas também, a produção cultural, quando organizada e consciente, provocou contribuições decisivas para transformações históricas.

A próxima analise será em torno da “era das revoluções”.....

Adaptado de: O que é política Cultural de Martin Cezar Feijó